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Otimismo e pessimismo: o que há de real e de irreal?


"Fomos ensinados a acreditar que pessimismo equivale a realismo e que otimismo equivale a algo irreal", Susan Jeffers, psicóloga americana.


Percebemos o mundo a partir de nossa própria perspectiva. É aquela velha história do “copo meio vazio ou meio cheio” – quem vê é que classifica o estado do copo.


Mas quando enxergamos as coisas sempre sob a ótica do pessimismo, erroneamente, podemos achar que estamos num grau de inteligência, de crítica constante, quase um cientificismo sem parâmetros de análise. É desse mesmo campo que floresce a ofensa disfarçada de “crítica construtiva”.


A perspectiva científica sabe de uma grande coisa: que não sabe tudo e que nem tudo consegue ser provado; e até mesmo o que é comprovado num momento, em outro, pode ser refutado.


O paradoxo socrático derivado da narrativa platônica “Só sei que nada sei” é ilustrativo. Essa concepção é atribuída a Sócrates, que mesmo sendo um dos homens mais sábios de seu tempo, não ignorou sua douta ignorância.

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É a dúvida curiosa que impulsiona o conhecimento, e não o pessimismo ignorante - aquele que ignora ao julgar.

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Será que o seu pessimismo não funciona como uma desculpa disfarçada para a autossabotagem?

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Cuidado para não cair na cilada do pessimismo e acabar desacreditando de si mesmo, de suas potências e sonhos.

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Por mais que o pessimismo esteja na moda, só somos melhores quando acreditamos em nós mesmos - e, para isso, precisamos do autoconhecimento.


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