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5 hábitos autodestrutivos da Afrodite debilitada

Atualizado: 1 de jun.


Pintura de Vênus, do artista Sandro Botticelli, chora com lágrimas desenhadas sobre seu rosto.


Existe um Olimpo dentro de nós: são os arquétipos que manifestamos.


Independente do seu gênero, há uma Deusa do Amor e da Beleza vivendo em você.


Quando o arquétipo de Afrodite está enfraquecido em nosso inconsciente. Quando tentamos silenciá-lo, ocultá-lo e rejeitamos todos os seus convites, nos recusando a integrá-lo de uma maneira saudável em nossa própria experiência de vida, algumas atitudes autodestrutivas podem surgir.


Em Psicanálise, fala-se que o que é recalcado, isto é, aquilo que é excluído do campo da consciência, volta com muita força.


Se o arquétipo de Afrodite em você estiver enfraquecido, alguns padrões de comportamento e sentimento se repetem. Reunimos aqui os 5 hábitos autodestrutivos mais comuns de uma Afrodite debilitada.


Será que você tem algum deles?


1. Síndrome da boazinha

Aqui, a pessoa sente a necessidade de agradar o tempo todo. Ela doa tudo de si, sem pôr limites, e faz isso sorrindo, mesmo que por dentro esteja chorando. Acha que ser quem é em totalidade - expressando indignação, opinião própria ou raiva - pode fazer com que as pessoas se afastem dela. é governada pelo medo do que as pessoas vão pensar. Quer ser simpática e compreensiva mesmo quando está sendo maltratada. Busca amor fora e esquecer de amar dentro. Aliás, isso seria muita validade para ele e as pessoas condenariam. Mas já não é vaidade tentar ser perfeita aos olhos dos outros?


2. Tédio e vazio existencial

Tédio é libido mal-direcionada. E com isso queremos dizer vitalidade mal empregada. Isso parte de um desencantamento com o mundo, seja por visões utilitaristas ou muito lógicas da vida, seja por idealizações muito altas que acabam frustradas e sem correspondência com a realidade. A pessoa desaprendeu a ver beleza e encantamento nas coisas simples. Está desconectada das pulsões de vida. Ela quer prazeres instantâneos, excitações e hiperestímulos. Assim, nunca se satisfaz de verdade. Seu prazer está viciado e voltado para o externo. Ela ainda não descobriu o que é prazer de acordo com a sua própria perspectiva.


3. Vícios

Todo excesso esconde uma falta! Para o psicanalista Erich Fromm, essa falta parte da separação primeira da criança com a mãe, que de um um passaram a ser dois. "A consciência da separação humana, sem a reunião pelo amor, é a fonte da vergonha", escreveu Fromm. Sem conseguir sentir esse amor como cola integrativa, algumas pessoas tentam silenciar suas ansiedades com vícios de todos os tipos: drogas e alcoolismo, orgasmos...


4. Dependência emocional

Partindo da mesma origem dos vícios, de que falamos antes, a pessoa pode desenvolver uma dependência emocional. Isso acontece quando o medo do abandono e do se sentir sozinho é tão grande que a pessoa coloca um outro alguém no centro da sua vida. Esse alguém passa ser a razão dela estar alegre ou triste, o motivo de suas escolhas e o Sol a partir do qual tudo orbita. Se essa é a sua ideia de amor, ela pode ser fonte de muito sofrimento, Por trás dela se esconde o fato de você se sentir insuficiente para si, incapaz de se sustentar como indivíduo. O amor-próprio de Afrodite está respirando por aparelhos!


5. Culpa e julgamento

Quem muito julga, nada cria. Quem carrega o peso proibição, não consegue sentir prazer. Essa proibição pode ser um "não deveria estar fazendo isso, e sim aquilo" ou algo que envolve também um julgamento, do tipo "sou bom demais para isso". Essa duas atitudes criam verdadeiras paredes bloqueando a manifestação de Afrodite como força de prazer e de criatividade.


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