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Ritualize a vida para que ela ganhe sentido

Atualizado: Mar 12



Qual é aquela coisa que você faz, que até suspende o tempo?


Se você não percebeu, isso já é uma forma de se conectar com o sagrado.


Existe uma diferença entre a repetição rotineira e a repetição ritualística: na primeira, atos cotidianos são um autômato, feitos sem pensar e esvaziados de um sentido maior que o alinhe com outros momentos da vida.


Já na segunda, mesmo sendo uma repetição também, cria-se uma ruptura no tempo, que te conecta e te eleva a um momento mágico que faz com que você sinta vontade de continuar.

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Mesmo no ato de comer, por exemplo, você pode se conectar com a ideia de que, para chegar à forma final, aquele alimento teve de passar por inúmeros processos da natureza, que são herdeiros de uma semente distante no tempo (assim como nós) e dotados de mistério.


Em O sagrado e o profano, o filósofo e mitólogo Mircea Eliade escreveu que era a partir da capacidade de voltar-se às fontes do sagrado que o homem religioso das sociedades primitivas extraia a sensação de salvar a experiência humana do nada absoluto e da morte.


Como eles faziam isso? Esses homens e mulheres antigos simplesmente ritualizavam.

Eles recriavam os grandes acontecimentos de suas mitologias: como a origem da vida, a criação do Tempo...


E depois perceberam que a vida cotidiana - a casa com seus utensílios, a rotina do dia e os momentos de se alimentar e dormir - estavam também imbuídos de valores mais elevados.


E que até o gesto mais habitual podia significar um ato sagrado, um caminho para o Centro, para o equilíbrio e a totalidade.


Criando um sentido consciente para todas as coisas à sua volta, eles conseguiam viver de maneira otimista, com mais felicidade e presença.


Você tem encontrado o sagrado em cada momento, ação ou situação do seu dia?


Que sentido você tem criado para o que te acontece?


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Imagem: Andrea Piacquadio/Pexels