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Sinais de que você vive a Síndrome da Boazinha (ou do Bonzinho)

Atualizado: 6 de jun.


Nossa Senhora. Virgem Maria. Estátua. Representando a Síndrome da Boazinha.
Foto: Gabriella Clare Marino/Unsplash

Será que você tem vivido sob a Síndrome da Boazinha (ou do Bom Moço)? Separamos alguns sinais que podem te ajudar a descobrir.

Sinais da Síndrome da Boazinha

Observe se você se identifica com esses comportamentos:


● Quer suprir as expectativas que as pessoas têm de você;

● Anula a própria voz porque teme que a sua opinião afaste as pessoas;

● Se obriga a ser legal com todo mundo, mesmo quando a pessoa não merece;

● Não consegue dizer "não", e diz "sim" pra praticamente tudo que for agradar alguém;

● Vive na corda bamba, imaginando que a qualquer "erro" vai ser abandonada(o);

● Sofre calada(o) por não conseguir realizar o que a voz interna pede.


Se você se viu nesses sinais: calma! Esse é um comportamento completamente humano. Não há motivo para sentir vergonha ou se julgar por isso. O mundo tem 8 bilhões de pessoas e, com certeza, algumas delas (muitas mesmo) estão lidando com esse mesmo comportamento neste exato momento.


Esse é um padrão de comportamento que a psicóloga Harriet B. Braiker chamou de “Síndrome da Boazinha”, e ele pode acontecer com homens também.


O que há por trás da sua necessidade de agradar?


Agora, vamos pensar um pouco.


Por que essa necessidade de provar o tempo todo que você é uma pessoa boa?

Por que essa busca por parecer (e veja bem essa palavra: "parecer") a salvadora do mundo e a defensora dos fracos e oprimidos?

Por que essa necessidade de receber a consideração e a aprovação alheia?

Onde foi parar a sua capacidade de se aprovar e de se considerar?


Será que a sua visão de ser amada(o) está ainda muito relacionada à obediência e à supressão de qualquer traço da sua personalidade que pode ser interpretado como desagradável?


Algumas pessoas perpetuam essa associação amor-obediência ou amor-castração aprendida na infância - quando o amor se misturava à obediência aos nossos pais e andar na linha, cultivando o comportamento "perfeito", era uma moeda de troca para receber carinho e respeito -, para todas as suas relações na vida, acreditando que a obediência e a subordinação ao ego do outro vai lhe garantir o amor e a proteção de que necessita para se sustentar pela vida.


Mas aí vai a notícia: todos somos pessoas plurais (com o lado agradável e o desagradável) e tudo isso que você procura debaixo das asas de outra pessoa já existe em você como potência.


Você está livre para ser você!


Pare de se anular para ser amado. Quando você faz isso, não consegue amor. No fundo, o que você consegue são relações superficiais em que ninguém consegue te conhecer de verdade! E como dá pra amar o que a gente não conhece?


"Não traia a si mesma (o) tentando agradar o outro. As outras pessoas da relação também podem provar seu amor. Inclusive, você falar o que sente de verdade vai dar a oportunidade do outro crescer. Não se sacrifique!" - citação de O Livro de Afrodite, da Inspira.


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