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E se deus fosse mulher?

Atualizado: Ago 9


“E se Deus vivesse em um corpo feminino? Que impactos essa simples mudança de princípio – do masculino para o feminino – afetariam a maneira como vivemos? Será que as mulheres viveriam com medo? Será que o amor seria encarado como tolice? Os homens teriam que passar por tantas mutilações no Ser? Seria pecado estar junto de quem se ama? Como usaríamos os recursos naturais? Que status teria a arte e a beleza? Será que teríamos mais ou menos guerras? O que significaria ser uma pessoa de sucesso nessa realidade distópica? Que valores seriam considerados virtudes?


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A arqueóloga Marija Gimbutas dedicou grande parte da sua vida reunindo, classificando e fazendo a descrição interpretativa de milhares de artefatos colhidos no que sobrou das vilas neolíticas. Objetos simbólicos que datavam de cerca de 7.000 a 3.500 a.C. Sua conclusão foi a de que esses sinais apontavam para uma religião que venerava o universo como sendo o corpo vivo da Deusa Mãe Criadora. Toda a criação era sua prole e, portanto, descendente de sua divindade. A mulher encarnava o mesmo mistério da natureza que fazia nascer, nutria e transformava.


De acordo com Marija, essa era uma sociedade matrilinear, pacífica, que acolhia os homossexuais e tendia a um balanço econômico com base na agricultura. Joseph Campbell traz a informação de que os únicos utensílios de cobre encontrados nesse contexto eram ferramentas de arar o solo, nenhuma arma. Não existem provas para que a gente pense que tudo era um paraíso, e nem queremos te induzir a imaginar isso, mas o princípio feminino estava bem integrado”. (O Livro de Afrodite, Inspira).

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Parece difícil pensar que o mundo foi algum dia assim, né? Essas são as consequências de um feminino bem integrado à nível coletivo, e o coletivo é formado pelas nossas consciências individuais.


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