Buscar

As deusas e os relacionamentos - Como entender os arquétipos pode ajudar no seu relacionamento?

Atualizado: Ago 31



Foto: Văn Thắng/ Pexels


Que divindade é você quando o assunto é relacionamento afetivo?


A gente fez uma pesquisa completa e trouxemos o jeito de amar de cada um deles resumido aqui. Então, se a gente puder te dar apenas um conselho, ele é: salva esse post, porque ele é capaz de melhorar a sua vida amorosa de uma maneira revolucionária!


De tanto observarem e absorverem, os gregos antigos desvendaram a alma humana, os padrões de repetição, os maneirismos de comportamento e as pulsões mais fortes que movem cada um.


O resultado disso está inscrito na sua mitologia. Suas narrativas de deusas e deuses serviam como mapas de auxílio para diferentes áreas da vida.

⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

O amor sempre foi objeto de inquietações, e é claro que para isso também haveria ensinamentos. As relações que cada deus estabelece ao longo dessas grandiosas histórias míticas, traduz a maneira como um determinado tipo de pessoa entende o amar e com ele se relaciona.

⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Ler sobre isso é organizar o nosso mito interno sobre o amor, aprender a viver e aceitar nossas formas de amar únicas e especiais e transmitir isso com mais clareza, respeito e alinhamento com a nossa verdade interna. Assim como nos ajuda a enxergar com mais empatia a forma de amor daquele com quem nos relacionamos.


Arquétipos são conteúdos eternamente comuns ao espírito humano, forças de ação que vivem no inconsciente coletivo e renascem em cada um de nós. Alguns arquétipos já foram traduzidos e condensados em imagens mais didáticas por meio das mitologias de diferentes povos.


Descobrir a força que age em nós no que se refere aos relacionamentos afetivos é uma importante ferramenta para que possamos nos relacionar melhor com a gente mesmo e, com isso, abrir um canal de comunicação mais verdadeiro dentro de uma união: definindo quem sou, o que posso dar, o que não posso dar e o que quero receber.


Assim como podemos compreender melhor a natureza arquetípica de nosso companheiro(a) e ser mais empático com ela.

Será que alguma dessas representa a sua vida amorosa?


Hera: Dá mais valor à relação do que ao parceiro(a). Esse é o arquétipo que coloca os relacionamentos sobre uma definição. “É namoro ou amizade?”, “Quando vamos nos casar?”. Para ela, sua relação é algo que a define e pode lhe conceder uma certa autoridade no mundo. Pode tender a escolher o seu companheiro(a) por classe social ou por alguma posição de destaque que ele venha a ter. Amam o compromisso. Quando traídas, passam por cima da raiva pelo companheiro(a), e atacam a(o) amante.

Deméter: Nos relacionamentos, tende a se tornar a mãe do marido/esposa ou do namorado(a). Gosta de ficar cuidando, nutrindo, servindo e sustentando de todas as formas para sentir que tem um papel indispensável para seu parceiro(a). Pode ser invasiva, e não dar o espaço que a pessoa precisa.

Ártemis: se relaciona com o melhor amigo(a). Busca sempre companheiros de interesses que respeitem sua natureza independente. São pouco românticas ou sexuais, dando preferência a um amor mais fraternal e desligado.

Atena: pode ser fria, calculista e enxergar o amor como uma fraqueza. Em sua essência, não tem encontros amorosos, faz sócios. Só tem olhos para os heróis. Para esse arquétipo, somente aquela pessoa bem-sucedida, bem-capacitada ou em ascensão é capaz de corresponder àquilo que ela entende por “um bom parceiro”, alguém à sua altura. Sente-se à vontade com pessoas que dividem o poder com ela, pois gosta de se sentir no controle.

Héstia: Não se incomoda em se relacionar com alguém que está de alguma forma ausente. Gosta de ficar sozinha e cultivar a sua autonomia. Mas quando se relaciona busca alguém capaz de acender seu espírito com palavras ou algum tipo de sabedoria interna.

Perséfone: atrai relações em que a enxergam como uma criança insegura e que precisa ser cuidada e protegida. Essa sua insegurança também pode abrir espaço para que se sirvam dessa pessoa como uma massa de modelar, que pode ser moldada ao gosto do parceiro(a). De qualquer forma, ter um relacionamento é o que a separa da personalidade marcante da mãe em sua vida. Em algum momento, as relações levam a uma busca pelo seu autoconhecimento, que a faz virar rainha do próprio inconsciente.

Afrodite: escolhe seus parceiros sem muito critério, por simples atração física, caridade ou por querer conhecer aquela pessoa. Leva as relações com pouca seriedade, distante das definições monogâmicas. Sua lei é seu próprio prazer. Quando não está combinado com outro arquétipo mais pé no chão, a pessoa que constela Afrodite pode tender à infidelidade e à irresponsabilidade afetiva.


Quer aprofundar mais o seu autoconhecimento à luz dos arquétipos e da escrita terapêutica?


A Inspira lançou O Livro de Afrodite - um guia arquetípico de encontro com a divindade de Afrodite que vive em seu interior. Metade livro, metade caderno de escrita terapêutica, contém 233 exercícios e textos reflexivos e instigantes para conversar com o seu inconsciente e fazer a sua Afrodite sair da concha.

Quer descobrir como? Clique aqui.


Faça também o TESTE e veja como está o arquétipo de Afrodite dentro de você. Clique aqui para ir ao teste.